terça-feira, 17 de julho de 2007

Celular 3G vai ampliar acesso à banda larga


As operadoras de telefonia celular estão apostando na tecnologia da terceira geração (3G), que deverá chegar ao País em 2008, para entrar no mercado brasileiro de banda larga. A conexão em alta velocidade à internet, hoje restrita às redes das empresas de telefonia fixa e das operadoras de TV a cabo, poderá ser feita também pelas redes sem fio.


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fará, em novembro, o leilão de novas licenças de 3G. A expectativa é de que no segundo semestre de 2008 o Brasil já tenha a nova tecnologia. A Anatel quer que haja, em cada área a ser licitada, quatro operadoras de 3G e acredita que as maiores interessadas são as empresas que já atuam no País, entre elas Vivo, TIM, Claro, Oi e BrT GSM.



O presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araujo, vê a terceira geração como uma solução para ampliar o acesso à banda larga no País, restrita hoje a 5,7 milhões de usuários. "O governo fala em inclusão digital e a 3G pode permitir a competição na banda larga, levando o acesso onde a telefonia fixa não chega", afirmou. A tecnologia de terceira geração vai permitir também a conexão à internet sem fio pelo laptop ou pelo computador de mesa

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Mouse hi-tech - a varinha mágica!!!


O que mais chama a atenção foi o design, mas O MX Air, novo mouse da Logitech funciona sobre a mesa ou no ar. O pessoal do Gizmodo o chamou de "varinha mágica". Ele é capaz de identificar gestos no ar e interpretá-los como comandos, algo próximo ao Wiimote com aqueles softwares que identificam a movimentação do mouse na tela. Faça um movimento circular no sentido horário, e seu media player passará para a próxima faixa, chacoalhe o mouse para a esquerda, e terá um pouco menos volume!
Acho que é o gadget mais curioso que já vi até hoje, e claro, adoraria "ver com as mãos" um desses.
Ele estará disponível no mercado a partir de Agosto pelo preço de 150 dólares no próprio site da logitech. Se alguém quiser um review mais detalhado do mesmo, aceito doações para teste!

Via: Gizmodo

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Google permite criação de mapas pessoais


O Google introduz nesta quarta-feira (11) um novo recurso do site Google Maps para criação de mapas personalizados que traçam a localização de toda espécie de ponto -- dos postos de gasolina mais baratos de um bairro aos epicentros de terremotos em todo o mundo.

O MyMaps, nome dado ao recurso, possibilita que os consumidores selecionem entre mais de uma centena de miniaplicativos criados por produtores independentes de software. Eles permitem que os usuários insiram dados no popular serviço on-line de mapas da empresa. Os visitantes terão uma nova seção com links para dezenas de mini-aplicativos que o Google chama de "Maplets."

Além disso, eles poderão acionar diversos aplicativos junto com o Google Maps para encontrar correlações geográficas interessantes. Antes de comprar uma casa, por exemplo, um potencial proprietário de imóvel poderia obter um gráfico com o nível de criminalidade em seu novo bairro e observá-lo no mapa.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

O QUE SÃO TROJANS


Trojans ou Cavalos de Tróia são programas executáveis que transformam seu micro em um terminal de internet "aberto". Estes programas eliminam as proteções que impedem a transferência de informações, ou seja, abrem uma porta de comunicação (backdoor) não monitorada.
O PERIGO QUE OS TROJANS REPRESENTAM
Caso seu micro seja contaminado, as consequências podem ser catastróficas: roubo de senhas (cuidado com seu netbanking e cartão de crédito), cópia ou destruição de arquivos, formatação do HD, criação de pastas e documentos, etc, etc ... é como se o cracker estivesse trabalhando "normalmente" com a SUA máquina.
Leia mais em:
http://www.numaboa.com.br/informatica/trojans/

terça-feira, 10 de julho de 2007


Filme criado pela McCANN São Paulo para o cliente Fundação Dorina Nowill para Cegos.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Caligrafia pode substituir senhas na internet


Um novo sistema de autenticação on-line chamado Dynahand torna a identificação do usuário em sites mais fácil. Com ele, o internauta se identifica com sua própria letra em vez de digitar uma senha ou comprar um equipamento biométrico para verificar suas impressões digitais. A novidade ainda não está disponível no mercado.

Senhas podem ser seguras quando utilizadas corretamente, mas muitas pessoas não as utilizam bem. Hábitos como criar senhas fracas (fáceis de serem descobertas), utilizar os mesmos códigos em múltiplas contas e anotar as senhas no papel diminuem a segurança. Karen Renaud, cientista da computação na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, criadora do Dynahand, afirma que as pessoas não podem ser culpadas por essa falta de cuidado. “Eu nem sei quantas senhas tenho”, admite. Substituir as senhas por informação biométrica, que identifica características físicas, como digitais e retina, também não é o ideal: essa alternativa encarece a segurança, pois exige a compra de um hardware adicional.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Bancos mais seguros


O NIC.br criou um novo DPN — Domínio de Primeiro Nível — para os bancos, o “b.br”. O grande diferencial deste DPN é o DNSSEC, extensão de segurança do DNS, que é obrigatório para todos os domínios colocados abaixo deste domínio. O DNSSEC previne um tipo de ataque específico: o envenenamento de cache do DNS, que possibilita que um criminoso redirecione o site do banco para um servidor próprio, onde o golpista recebe todas as informações que o usuário enviar, inclusive as senhas.
Para que um computador consiga acessar um endereço como www.linhadefensiva.org, ele precisa acessar um servidor de DNS, isto é, um computador especial que consegue “traduzir” este “nome” (www.linhadefensiva.org) em um endereço IP — um número que identifica unicamente um computador na rede — para que ele possa se conectar nele. Este processo se chama resolução de nome.
Cada provedor opera seu próprio servidor de DNS para fazer esta tradução e ele, quando requisitado por um dos vários clientes do provedor, precisa buscar qual o “número” correto em outro servidor (chamado de NS), operado pelo próprio site que será visitado. É possível que um criminoso consiga falsificar uma resposta do NS com um endereço que não é o do site verdadeiro, o que resultaria na criação de um redirecionamento malicioso para todos os usuários daquele provedor.
O servidor de DNS, para não ter que repetir o processo toda vez que um usuário quiser acessar determinado site, armazena a informação obtida em um “cache”. A informação pode ficar neste “cache” por até 3 dias antes do cache ser eliminado e o servidor fazer novamente a resolução do nome. Caso um atacante consiga fazer um servidor de DNS armazenar em cache a informação do IP malicioso, esta ficará ali até que o cache seja limpo. Por este motivo, este tipo de ataque recebe o nome de envenenamento de cache.